quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Buscar a Deus sempre, na alegria e no sofrimento:


 ‘’Quem muito me conhece, muito me ama; quem muito me ama, muito sofre. Amor e dor costumam crescer em idêntica proporção’’. (Santa Catarina de Senna)
‘’Deus é digno de nosso amor quando nos consola, como quando nos faz sofrer’’. ( São Francisco de Sales)
‘’ O Calvário é a montanha das pessoas que amam’’. (São Francisco de Sales)
 Podemos sentir nessas frases o quanto essas duas pessoas santas sofriam. Muitas pessoas pensam que viver para Deus é viver em um ‘’mar de rosas’’. Nosso Senhor nunca disse que ia ser fácil segui-lo. Temos que pegar nossa cruz e seguir Jesus, cruz esta dessa vida que temos tantos problemas.
 Muitas pessoas me procuram e dizem: ‘’Irmão eu não agüento mais, quanto mais eu rezo mais piora a situação!’’. E sempre me lembro do relato Bíblico do sacrifício que Deus pediu a Abraão para oferecer a Deus. Esse relato está em Gênesis capítulo 22 dos versículos 1 ao 19. Abraão recebeu uma ordem para oferecer seu filho em Sacrifício a Deus, ordem esta que Abraão poderia ter renunciado por ter seu livre arbítrio. Abraão muito obediente a Deus mesmo sentindo a dor de ter que matar seu filho único pela obediência a Deus que ele devia aceitou fazer isso. Imagino eu Abraão caminhando com seu filho único para oferecê-lo a Deus, e no meio do caminho a criança questiona o pai dizendo ‘’ Meu Pai’’. ‘’Que há meu filho?’’ Isaac continuou: ‘’Temos aqui o fogo e a lenha, mas onde está o holocausto?’’ (Gênesis 22,7). Eu imagino a cena que Abraão estava presenciando naquele momento, olhando para os olhos de seu inocente filho. Abraão estava sofrendo muito, a cada passo que ele dava em direção ao local onde ia ser sacrificado seu filho por suas próprias mãos ele sofria cada vez mais, a cada passo de obediência de Abraão mais ele sofria. Quando Abraão escuta seu filho fazendo aquele pergunta, Abraão cheio de fé tomou posse da graça antes mesmo dela acontecer. Abraão respondeu seu filho da seguinte maneira: ‘’Deus, respondeu-lhe Abraão, providenciará ele mesmo uma ovelha para o holocausto, meu filho’’ (Gênesis 22,8). Se você ler em sua Bíblia essa história você vai ver que no ultimo momento um anjo grita o nome de Abraão e diz para ele que ele não precisava sacrificar o seu filho. Quando Abraão levanta a espada para matar seu filho, no ultimo suspiro de fé Deus agiu. E Deus providenciou uma ovelha pra Abraão sacrificar. Que nós possamos ter essa história como uma motivação para podermos ama a Deus mais ainda, mesmo com todo sofrimento. É no sofrimento que devemos gritar mais alto por Deus e não perder a esperança que seremos atendidos. O sofrimento edifica!

domingo, 16 de dezembro de 2012

Santíssima Trindade a luz da verdade, explicada na Bíblia:


A Trindade ou Santíssima Trindade é a doutrina acolhida pela maioria das igrejas cristãs que professa a Deus único preconizado em três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
Catecismo da Igreja Católica
§1066:
No Símbolo da Fé, a Igreja confessa o mistério da Santíssima Trindade e seu "desígnio benevolente" (Ef 1,9) sobre toda a criação: o Pai realiza o "mistério de sua vontade" entregando seu Filho bem-amado e seu Espírito para a salvação do mundo e para a glória de seu nome. Este é o mistério de Cristo, revelado e realizado na história segundo um plano, uma "disposição" sabiamente ordenada que São Paulo denomina "a realização do mistério" (Ef 3,9) e que a tradição patrística chamará de "Economia do Verbo Encarnado" ou "a Economia da Salvação".
A Trindade é Una; não professamos três deuses, mas um só Deus em três Pessoas. Cada uma das três Pessoas é a substância, a essência ou a natureza divina, As pessoas divinas são distintas entre si pela sua relação de origem: o Pai gera; o Filho é gerado; o Espírito Santo é quem procede. Ou seja, ao Pai atribui-se a criação ao Filho atribui-se a Redenção e ao Espírito Santo atribui-se a Santificação.
 Muitas pessoas questionam a existência da Santíssima Trindade. Não querem acreditar que Deus é Pai, Filho e Espírito Santo. Escolhi algumas passagens Bíblicas para falar da existência da Santíssima Trindade. Vejamos:‘’ No princípio era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio junto de Deus. Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi feito’’. (João 1,1-3)
 ‘’ E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos sua glória, a glória que o Filho único recebe do seu Pai, cheio de graça e de verdade’’. (João 1,14)
 ‘’No princípio, Deus criou o céu e a terra’’. (Gênesis 1,1)
 Veja que esta passagem de João capítulo 1 nos versículos 1 ao 3 aponta Jesus como o Verbo e temos a prova que esse Verbo que ai cita é Jesus porque podemos confirmar isso logo em seguida no versículo 14 deste mesmo capítulo ‘’E o Verbo se fez carne e habitou entre nós’’. Podemos ver que em Gênesis capítulo 1 versículo 1 diz que foi Deus que criou o céu e a terra e em João diz que quem criou todas as coisas foi Jesus, então podemos ter a certeza que Jesus é Deus. Mesmo com essas passagens ainda existem pessoas que querem mais passagens que provam isso, então ai vai mais exemplos:
 ‘’ Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo’’. (Efésios 4,5)
‘’ porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado; a soberania repousa sobre seus ombros, e ele se chama: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz’’. (Isaías 9,6)
‘’ Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é que era e que vem, o Dominador’’ (Apocalipse 1,8)
‘’ Ao vê-lo, caí como morto aos seus pés. Ele, porém, pôs sobre mim sua mão direita e disse: Não temas! Eu sou o Primeiro e o Ultimo, e o que vive. Pois estive morto, e eis-me de novo vivo pelos séculos dos séculos; tenho as chaves da morte e da região dos mortos’’. (Apocalipse 1,17-18)
 ‘’ Ouve, ó Israel! O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor’’. (Deuteronômio 6,4)
‘’ Sabemos que o Filho de Deus veio e nos deu entendimento para conhecermos o Verdadeiro. E estamos no Verdadeiro, nós que estamos em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna’’. (1 João 5,20)
 Mas muitas pessoas dizem que o Espírito Santo não é uma pessoa da Santíssima Trindade e sim apenas uma energia de Deus, ou seja, dizem que o Espírito Santo é um poder que vem de Deus. Vejamos a Bíblia mostrando a verdade:
 ‘’ O Deus da esperança vos encha de toda a alegria e de toda a paz na vossa fé, para que pela virtude do Espírito Santo transbordeis de esperança’’. (Romanos 15,13)
‘’ Jesus, então cheio da força do Espírito Santo, voltou para a Galiléia. E a sua fama divulgou-se por toda a região’’. (Lucas 4,14)
‘’ Enquanto celebravam o culto do Senhor, depois de terem jejuado, disse-lhes o Espírito Santo: Separai-me Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho destinado’’. (Atos dos Apóstolos 13,2)
‘’ Não contristeis o Espírito Santo de Deus, como o qual estais selados para o dia da Redenção’’. (Efésios 4,30)
 Podemos ver que o Espírito Santo possui Virtudes. Veja que em Lucas 4,14 diz que Jesus estava cheio da Força do Espírito Santo, como pode o Espírito Santo ter força se ele já é a força? É como dizer que Jesus estava cheio do poder do poder. Veja que em Atos dos Apóstolos 13,2 o Espírito Santo fala. Como ele pode falar se ele for um poder? Lógico que o Espírito Santo é uma das três pessoas da Santíssima Trindade. Podemos ver em Efésios 4,30 diz para que nós não contristeis o Espírito Santo. Aqui nos mostra que o Espírito Santo tem sentimentos, como Ele poderia ter Virtudes, Poder e Sentimentos se ele fosse apenas um poder? O Espírito Santo de fato é sim uma pessoa da Santíssima Trindade. Devemos seguir um só Deus em pessoas três. Um Deus Uno e Trino. Termino esse ensinamento com uma passagem muito bela. Vejamos:
 ‘’ Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo’’. (Mateus 28,19)
 Por: Daniel Silveira Fonteles Linhares
Discípulos da Sempre Virgem Maria

domingo, 9 de dezembro de 2012

Uma vida missionária sem limites:


 ‘’ Um homem a quem Deus concede um verdadeiro desejo de servir não deve se perturbar com nada’’. ( São Cláudio La Colombière)

 Com essa frase linda dita por esse Santo maravilhoso da Igreja, podemos parar para pensar melhor em nossa vida missionária. Não são somente os Padres e os consagrados que são missionários... Todos nós somos missionários, temos o dever de levar à boa nova as pessoas que não conhecem essa graça. Deus nos motiva a vivermos uma vida missionária sem ter vergonha, sem colocar nenhum obstáculo a nossa missão. Devemos professar nossa fé aonde formos, temos que dar testemunho de Jesus Cristo. Muitas pessoas esperam ouvir de você uma palavra de vida eterna, uma palavra de avivamento, uma palavra de esperança. Viva uma fé autêntica sem reservas e sem limitações. A Fé nunca é demais, se fortaleça com a oração do terço Mariano todo dia, entregue nas mãos de nosso Senhor e de nossa Senhora toda a sua vida. Não se perturbe com o que vão achar de você, com o que vão pensar ao seu respeito. Transmita a paz mesmo quando te derem motivos para transmitir o ódio. Leve a paz aonde existe ódio. Jesus te chama a ter essa vida missionária.

sábado, 1 de dezembro de 2012

ANO DA FÉ: A RACIONALIDADE DA FÉ EM DEUS

Bento XVI continua suas reflexões sobre o Ano da Fé na Audiência Geral

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 21 de novembro de 2012(ZENIT.org) - Apresentamos as palavras de Bento XVI durante a catequese realizada na tradicional Audiência Geral na sala Paulo VI, no Vaticano.
Queridos irmãos e irmãs,
Continuamos avançando neste Ano da Fé carregando no coração a esperança de redescobrir a grande alegria que existe no ato de acreditar, bem como a esperança de reencontrar o entusiasmo para comunicar a todos as verdades da fé. Verdades que não são uma simples mensagem sobre Deus, uma informação a seu respeito. Verdades que expressam o evento do encontro de Deus com os homens, encontro salvífico e libertador, que realiza as aspirações mais profundas do homem, o seu anseio de paz, fraternidade e amor.
A fé nos leva a descobrir que o encontro com Deus melhora, aperfeiçoa e eleva o que há de verdadeiro, de bom e de belo no homem. Acontece, portanto, que, enquanto Deus se revela e se deixa conhecer, o homem vem a saber quem é Deus e, conhecendo-o, descobre a si mesmo, a sua origem, seu destino, a grandeza e a dignidade da vida humana.
A fé permite um conhecimento autêntico de Deus, que envolve toda a pessoa: é um saber no sentido latino de "sàpere" [degustar], um conhecimento que dá “sabor” à vida, um novo sabor de existir, uma maneira alegre de estar no mundo. A fé se exprime no dom de si mesmo aos outros, na fraternidade que nos torna solidários, capazes de amar, vencedores da solidão que nos deixa tristes.
Esse conhecimento de Deus através da fé não é, portanto, só intelectual, mas vital.
É o conhecimento do Deus-Amor, graças ao seu próprio amor. O amor de Deus nos mostra, nos abre os olhos, nos permite conhecer toda a realidade, indo além das perspectivas estreitas do individualismo e do subjetivismo, que desorientam as consciências. O conhecimento de Deus é uma experiência de fé, que implica, ao mesmo tempo, um caminho intelectual e moral: profundamente tocados pela presença do Espírito de Jesus em nós, superamos os horizontes do nosso egoísmo e nos abrimos para os verdadeiros valores da existência.
Hoje, nesta catequese, quero focar na razoabilidade da fé em Deus.
A tradição católica, desde o início, rejeitou o assim chamado fideísmo, que é a vontade de acreditar contra a razão. Credo quia absurdum (creio porque é absurdo) não é a fórmula que interpreta a fé católica. Deus não é um absurdo: em todo caso, é um mistério. O mistério, por sua vez, não é irracional: ele é um excesso de sentido, de significado, de verdade. Se, ao olhar para o mistério, a razão vê o escuro, não é porque não haja luz no mistério, mas sim porque há luz demais. Assim como, quando os olhos de um homem se dirigem diretamente para o sol, eles veem apenas escuridão. Mas quem diria que o sol não é brilhante? Quem diria que ele não é a fonte da luz? A fé nos permite olhar para o "sol", Deus, porque é o acolhimento da sua revelação na história e, por assim dizer, recebe realmente todo o brilho do mistério de Deus, reconhecendo o grande milagre: Deus veio até o homem, se ofereceu ao seu conhecimento, condescendendo à limitação natural da razão humana (cf. Concílio Vaticano II, Constituição dogmática Dei Verbum, 13).
Ao mesmo tempo, com a sua graça, Deus ilumina a razão, lhe abre novos horizontes, imensuráveis e infinitos. A fé, por isto, é um forte incentivo para buscarmos sempre, para nunca pararmos nem nos acomodarmos na busca incansável da verdade e da realidade. É vão o preconceito de alguns pensadores modernos, que afirmam que a razão humana seria bloqueada pelos dogmas de fé. É exatamente o oposto, como os grandes mestres da tradição católica mostraram. Santo Agostinho, antes da sua conversão, procura pela verdade com grande inquietação, através de todas as filosofias disponíveis, achando todas insatisfatórias. Sua meticulosa procura racional é para ele uma pedagogia significativa para o encontro com a Verdade de Cristo. Quando ele diz "compreende para crer e crê para compreender" (Discurso 43, 9: PL 38, 258), é como se estivesse contando a sua própria experiência de vida. Intelecto e fé, diante da revelação divina, não são estranhos nem antagonistas; são, ambos, condições para compreendermos o seu significado, para recebermos a autêntica mensagem, aproximando-nos do limiar do mistério.
Santo Agostinho, junto com muitos outros autores cristãos, é testemunha de uma fé que se exercita com a razão, que pensa e convida a pensar. Neste caminho, Santo Anselmo dirá em seu Proslogion que a fé católica é fides quaerens intellectum, e que a busca da inteligência é um ato interior do acreditar. Será especialmente São Tomás de Aquino quem lidará com a razão dos filósofos, mostrando a força fecunda e nova da vitalidade racional que inunda o pensamento humano a partir dos princípios e das verdades da fé cristã.
A fé católica é razoável e tem confiança na razão humana. O concílio Vaticano I, na constituição dogmática Dei Filius, disse que a razão é capaz de conhecer com certeza a existência de Deus através da criação, e que apenas a fé tem a oportunidade de conhecer "facilmente, com certeza absoluta e sem erro "(DS 3005) as verdades sobre Deus, à luz da graça. O conhecimento da fé, ainda, não é contrário à razão. O beato papa João Paulo II, na encíclica Fides et ratio, resume: "A razão humana não é anulada nem humilhada quando presta assentimento aos conteúdos de fé, que são, em qualquer caso, alcançados por livre e consciente escolha" (número 43).
No irresistível desejo da verdade, só a relação harmoniosa entre a fé e a razão é o caminho certo que conduz a Deus e à realização de si mesmo.
Esta doutrina é facilmente reconhecível em todo o Novo Testamento. São Paulo, escrevendo aos coríntios, sustenta: "Enquanto os judeus pedem sinais e os gregos buscam a sabedoria, nós pregamos o Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os gentios" (1 Cor 1,22-23 ).
Deus, de fato, salvou o mundo não por um ato de poder, mas através da humilhação do seu Filho único: de acordo com os padrões humanos, o modo incomum escolhido por Deus contradiz as exigências da sabedoria grega. No entanto, a cruz de Cristo tem sua razão, que São Paulo chama de logos tou staurou, a palavra da cruz (1 Co 1,18). Aqui, o termo logos indica tanto a palavra quanto a razão, e, se alude à palavra, é porque expressa verbalmente processos que a razão elabora. Paulo, assim, vê na cruz não um evento irracional, mas um fato da salvação, que tem uma racionalidade própria, reconhecível à luz da fé. Ao mesmo tempo, ele tem tanta confiança na razão humana que se maravilha de que muitos, mesmo vendo as obras realizadas por Deus, se obstinem em não acreditar nele. Diz ele em sua carta aos romanos: "Os atributos invisíveis [de Deus], ​​ou seja, o seu eterno poder e a sua natureza divina, são contemplados e compreendidos na criação do mundo através das obras das suas mãos" (1,20).
Também São Pedro exorta os cristãos da diáspora para adorarem "o Cristo Senhor em vossos corações, sempre prontos a responder a todo aquele que vos pedir razões da esperança que habita em vós" (1 Pe 3,15). Em um clima de perseguição e de forte necessidade de testemunhar a fé, os crentes são convidados a justificar a sua adesão à palavra do evangelho, a dar razão da sua esperança.
É nesse terreno, de ligação frutuosa entre o compreender e o acreditar, que está enraizada ainda a relação virtuosa entre ciência e fé. A pesquisa científica leva ao conhecimento de verdades sempre novas sobre o homem e sobre o cosmos, conforme sabemos. O verdadeiro bem da humanidade, que é acessível pela fé, abre o horizonte para a sua jornada de descoberta. Devem ser incentivadas, portanto, as pesquisas a serviço da vida, que visam erradicar a doença. Também são importantes as investigações sobre os segredos do nosso planeta e do universo, na consciência de que o homem é a coroa da criação, não com o fim de explorá-la insensatamente, mas de preservá-la e torná-la habitável.
Assim, vivida na verdade, a fé não entra em conflito com a ciência, mas coopera com ela, oferecendo critérios básicos para que ela promova o bem de todos, e lhe pede renunciar apenas às tentativas que, em oposição ao plano original de Deus, podem produzir efeitos que se voltam contra o próprio homem. Por isso mesmo, é razoável acreditar: se a ciência é uma aliada valiosa para a compreensão do plano de Deus no universo, a fé permite que o progresso científico aconteça sempre em prol do bem e da verdade do homem, permanecendo fiel a esse mesmo plano.
É por isso que é crucial para as pessoas abrir-se à fé e conhecer a Deus e o seu plano de salvaçãoem Jesus Cristo. O evangelho inaugura um novo humanismo, uma autêntica "gramática" do homem e de toda a realidade. O Catecismo da Igreja Católica afirma: "A verdade de Deus e a sua sabedoria sustentam a ordem da criação e do governo do mundo. Deus, o único que "fez o céu e a terra" (Sl 115,15), pode dar, somente ele, o verdadeiro conhecimento de cada coisa criada na relação com ele" (número 216).
Esperamos, portanto, que o nosso compromisso na evangelização ajude a dar nova centralidade ao evangelho na vida de muitos homens e mulheres do nosso tempo. E oramos para que todos reencontrem em Cristo o sentido da vida e o fundamento da verdadeira liberdade: sem Deus, o homem se perde. Os testemunhos daqueles que vieram antes de nós e que dedicaram a vida ao evangelho o confirma para sempre. É razoável acreditar, pois o que está em jogo é a nossa existência. Vale a pena nos desgastarmos por Cristo. Só ele satisfaz os desejos de verdade e de bem enraizados na alma de cada homem: agora, no tempo que passa, e no dia sem fim da eternidade bem-aventurada.
(Após a catequese)
De coração, saúdo todos os peregrinos de língua portuguesa, com destaque para os grupos de Aracruz, Aparecida de Goiânia e Palmas, confiando as suas famílias e comunidades à Virgem Maria e pedindo-Lhe que nelas se mantenha viva a luz de Deus. Sobre vós e os vossos entes queridos, desça a minha Bênção.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Fora da Igreja Católica não há Salvação. Part. 2

  Opinião da Igreja durante toda história:

Nestes tempos de sincretismo religioso, muito se tem falado sobre liberdade religiosa, de culto, de crença, de salvação fora da Igreja. É o ecumenismo, palavra dita em todos os lugares. Mas, vejamos o que a Igreja Católica tem a dizer sobre isso, por meio de seu magistério infalível. Porque muito se tem falado, mas pouco se tem estudado.
Comecemos pela Bíblia:
Êxodo 20,3: "Não terás outros deuses diante de mim."
Êxodo 22, 20: "Aquele que sacrificar aos deuses, à exceção do Senhor, será morto".
Êxodo 22,18: "Não deixarás viver os feiticeiros".
Salmo XCV,5: "Todos os deuses dos gentios são demônios".
Isaías 44, 6: "Eis o que diz o Senhor , rei de Israel, e seu Redentor, o Senhor dos exércitos: Eu sou o primeiro e sou o último, e fora de mim não há Deus."
Isaías 45,21-22: "... Deus justo e salvador não o há fora de mim. Convertei-vos a mim, e sereis salvos, vós todos os povos da terra, porque eu sou Deus e não há outro."
Pelo Antigo Testamento só há um único Deus verdadeiro, que é o de Israel. Todos os outros, são demônios: Braman, Shiva, Vishnu, Alá, Moloc, Zeus, Apolo, Mercúrio, Tupã, etc.
Os exemplos de Moisés e principalmente de Elias, dois do maiores santos da história, são neste sentido, anti-ecumênicos:
Moisés destruiu o bezerro de ouro, feito pelos israelitas, enquanto ele estava no Monte Sinai: "E pegando no bezerro que tinham feito, queimou-o e esmagou-o..."(Êxodo, 32,20). E depois, Moisés puniu os culpados: "... e cerca de vinte e três mil caíram (mortos) naquele dia..." (Êxodo, 32, 28).


No Novo Testamento temos a confirmação de que só um Deus é o verdadeiro. E é fundada a única Igreja verdadeira...
São Mateus 4,8-10: "De novo o demônio o transportou a um monte muito alto, e lhe mostrou todos os reinos do mundo e a sua magnificência. E lhe disse: Tudo isto te darei, se prostrado, me adorares. Então Jesus disse-lhe: Vai-te Satanás, porque está escrito: O Senhor teu Deus adorarás, e a Ele só servirás".
Pelo texto, temos duas conclusões:
  1. Todos os reinos do mundo serviam a Satanás.
  2. Só é possível adorar a um só Deus.
S. João,VI, 68: "A quem haveremos de ir? Só vós (Cristo) tendes palavras de vida eterna"
Atos, 4,12: "e não há salvação em nenhum outro. Porque sob o céu, nenhum outro nome (Cristo) foi dado aos homens, pelo qual nós devamos ser salvos".
I Cor. X, 19,22: "Ou que o ídolo é alguma coisa?(De modo nenhum) antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, sacrificam-nas aos demônios e não a Deus. E não quero que tenhais sociedade com os demônios; não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios: não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios".

Ao longo da história da Igreja, houve sempre o dogma de que só há uma Igreja verdadeira, e fora dela não há salvação. Sendo assim, não há liberdade religiosa, de crença, de culto. Olhemos para estes ensinamentos:
São Cipriano (séc. III): "Não há salvação fora da Igreja".
Credo de Santo Atanásio (séc. IV), oficial da Igreja Católica: " Todo aquele queira se salvar, antes de tudo é preciso que mantenha a fé católica; e aquele que não a guardar íntegra e inviolada, sem dúvida perecerá para sempre (...) está é a fé católica e aquele que não crer fiel e firmemente, não poderá se salvar".
Papa Inocêncio III (1198-1216): "De coração cremos e com a boca confessamos uma só Igreja, que não de hereges, só a Santa, Romana, Católica e Apostólica, fora da qual cremos que ninguém se salva".
IV Concílio de Latrão(1215), infalível, Canon I: "...Há apenas uma Igreja universal dos fiéis, fora da qual absolutamente ninguém é salvo...". Canon III: "Nós excomungamos e anatematizamos toda heresia erguida contra a santa, ortodoxa e Católica fé sobre a qual nós, acima, explanamos...".
Papa Bonifácio VIII (1294-1303): "Por apego da fé, estamos obrigados a crer e manter que há uma só e Santa Igreja Católica e a mesma apostólica e nós firmemente cremos e simplemente a confessamos e fora dela não há salvação nem perdão dos pecados (...) Romano Pontífice, o declaramos, o decidimos, definimos e pronunciamos como de toda necessidade de salvação para toda criatura humana.
Concílio de Florença (1438-1445): "Firmemente crê, professa e predica que ninguém que não esteja dentro da Igreja Católica, não somente os pagãos, mas também, judeus, os hereges e os cismáticos, não poderão participar da vida eterna e irão para o fogo eterno que está preparado para o diabo e seus anjos, a não ser que antes de sua morte se unirem a Ela(...).
O Concílio infalível de Trento (1545-1563) além de condenar e excomungar os protestantes, reiterou tudo o que os Concílios anteriores declararam, e ainda proferiu : "... nossa fé católica, sem a qual é impossível agradar a Deus..."
Papa Pio IV (1559-1565), um dos papas do Concílio de Trento: "... Esta verdadeira fé católica, fora da qual ninguém pode se salvar..." (Profissão de fé da Bula "Iniunctum nobis" de 1564)
Papa Benedito IV (1740-1758): "Esta fé da Igreja Católica, fora da qual ninguém pode se salvar...".
Papa Gregório XVI (1831-1846), Mirari Vos: "Outra causa que tem acarretado muitos dos males que afligem a Igreja é o indiferentismo, ou seja, aquela perversa teoria espalhada por toda a parte, graças aos enganos dos ímpios e que ensina poder-se conseguir a vida eterna em qualquer religião, contanto que se amolde à norma do reto e honesto. Podeis com facilidade, patentear à vossa grei esse erro tão execrável, dizendo o Apóstolo que há um só Deus, uma só fé e um só batismo (Ef. 4,5): entendam, portanto os que pensam poder-se ir de todas as partes ao Porto da Salvação que, segundo a sentença do Salvador, eles estão contra Cristo, já que não estão com Cristo(Luc. 11,23) e os que não colhem com Cristo dispersam miseravelmente, pelo que perecerão infalivelmente os que não tiverem a fé católica e não a guardarem íntegra e sem mancha(Simb. Sancti Athanasii).(...) Desta fonte lodosa do indiferentismo promana aquela sentença absurda e errônea, digo melhor disparate, que afirma e que defende a liberdade de consciência. Esse erro corrupto que abre alas, escudado na imoderada liberdade de opiniões que, para confusão das coisas sagradas e civis, se estende por toda parte, chegando a imprudência de alguém asseverar que dela resulta grande proveito para a causa da religião. Que morte pior há para a alma do que a liberdade do erro?, dizia Santo Agostinho (Ep. 166)".

Teses condenadas, pelo Papa Pio IX (1846-1878), no Syllabus:
15a "É livre a qualquer um abraçar o professar aquela religião que ele, guiado pela luz da razão, julgar verdadeira".
16a "No culto de qualquer religião podem os homens achar o caminho da salvação e alcançar a mesma eterna salvação"..
17a "Pelo menos deve-se esperar bem da salvação eterna daqueles todos que não vivem na verdadeira Igreja de Cristo".
18a "O protestantismo não é senão outra forma da verdadeira religião cristã na qual se pode agradar a Deus do mesmo modo que na Igreja Católica".
21a "A Igreja não tem poder para definir dogmaticamente que a religião da Igreja Católica é a única religião verdadeira"

Outro texto de Pio IX: "(...) não temem fomentar a opinião desastrosa para a Igreja Católica e a salvação das almas, denominada por Nosso Predecessor, de feliz memória, de ‘loucura’ (Mirari Vos) de que a ‘liberdade de conciência e de cultos é direito próprio e inalienável do indivíduo que há de proclamar-se nas leis e estabelecer-se em todas as sociedades constituídas; (...) Portanto, todas e cada uma das opiniões e perversas doutrinas explicitamente especificadas neste documento, por Nossa autoridade apostólica, reprovamos, proscrevemos e condenamos; queremos e mandamos que os filhos da Igreja as tenham, todas, por reprovadas, proscritas e totalmente condenadas". (Quanta Cura)
Papa Leão XIII (1878-1903), encíclica Libertas Praestantissimum: "(...) oferecer ao homem liberdade (de culto) de que falamos, é dar-lhe o poder de desvirtuar ou abandonar impunemente o mais santo dos deveres, afastando-se do bem imutável, a fim de se voltar para o mal. Isto, já o dissemos, não é liberdade, é uma escravidão da alma na objeção do pecado."
Papa Pio XI (1922-1939), Mortalium Animus: " Os esforços [do falso ecumenismo] não tem nenhum direito à aprovação dos católicos porque eles se apoiam sobre esta opinião errônea que todas as religiões são mais louváveis naquilo que elas revelam, e traduzem todas igualmente, se bem que de uma maneira diferente, o sentimento natural e inato que nos leva para Deus e nos inclina ao respeito diante de seu poder(...) Os infelizes infestados por esses erros sustentam que a verdade dogmática não é absoluta, mas relativa, e deve pois, se adaptar às várias exigências dos tempos e lugares às diversas necessidades das almas".(...) "Os artesãos dessas empresas não cessam de citar ao infinito a Palavra de Cristo: ‘Que todos sejam um. Haverá um só rebanho e um só pastor’( Jo XVII,21; X,16), e eles repetem esses texto como um desejo e um voto de Cristo que ainda não teria sido realizado. Eles pensam que a unidade da fé e de governo, característica da verdadeira e única Igreja de Cristo, quase nunca existiu no passado e que não existe hoje... Eles afirmam que todas ( as igrejas) gozam dos mesmos direitos; que a Igreja só foi Una e Única, no máximo da época apostólica até os primeiros Concílios Ecumênicos(...). Tal é a situação. É claro, portanto, que a Sé Apostólica não pode por nenhum preço tomar parte em seus congressos, e que não é permitido, por nenhum preço, aos católicos aderir a semelhantes empreendimentos ou contribuir para eles; se eles o fizerem dariam autoridade a uma falsa religião cristã completamente estranha à única Igreja de Cristo"
Vejamos o que tem a dizer o maior papa do século, São Pio X (1903-1914), ele tem a autoridade dos papas e a virtude dos santos. Talvez seja a melhor pessoa, neste século, para falar sobre isso. Ele fez o chamado Catecismo Maior, em 1905. O primeiro Catecismo foi ordenado pelo Concílio de Trento, e foi publicado pelo Papa S. Pio V, em 1566, e é um resumo de toda doutrina principal que a Igreja sempre ensinou, colocada de forma fácil, para que todos possam compreender e obedecer.

"Catecismo da Doutrina Cristã", voz infalível do ensinamento dos Papas e dos Concílios:
149- Que é a Igreja Católica?
A Igreja Católica é a sociedade ou reunião de todas as pessoas batizadas que, vivendo na terra, professam a mesma fé e a mesma lei de Cristo, participam dos mesmos sacramentos, e obedecem aos legítimos Pastores, principalmente ao Romano Pontífice.
153- Então não pertencem à Igreja de Jesus Cristo as sociedades de pessoas batizadas que não reconhecem o Romano Pontifice por seu chefe?
Todos os que não reconhecem o Romano Pontifice por seu chefe , não pertencem à Igreja de Jesus Cristo.
156- Não poderia haver mais de uma Igreja?
Não pode haver mais de uma Igreja, porque, assim com há um só Deus, uma só fé e um só Batismo, assim também não há nem pode haver senão uma só Igreja verdadeira.
168- Pode alguém salvar-se fora da Igreja Católica, Apostólica, Romana?
Não. Fora da Igreja Católica, Apostólica, Romana, ninguém pode salvar-se, como ninguém pôde salvar-se do dilúvio fora da arca de Noé, que era figura desta Igreja.
Ou, ainda em outro documento, São Pio X, condenando, as teses modernistas: "Toda religião, não excetuada sequer a dos idólatras, deve ser tida por verdadeira(...). E os modernistas de fato não negam, ao contrário, concedem, uns confusa, e outros manifestamente, que todas as religiões são verdadeiras(...). Quando muito, no conflito entre as diversas religiões, os modernistas poderão sustentar que a Católica tem mais verdade, porque é mais viva e merece mais o título de Cristã, porque mais completamente corresponde o título de Cristã, porque mais completamente corresponde às origens do cristianismo".
Cremos ter provado que, pela Igreja Católica: só há uma Igreja verdadeira, fora da qual não há salvação;
Além disso, havendo um só Deus, consequentemente, só pode haver uma Igreja verdadeira.
Essas proposições valem para sempre.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Imagem da Virgem Maria Intacta após incêndio provocado por Furacão Sandy no EUA


O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, afirmou nesta terça-feira que levará dias para que a vida na cidade seja normalizada após a passagem datempestade Sandy . De acordo com Bloomberg, o sistema de metrô, atingido por danos sem precedentes, continuará fechado por “quatro ou cinco dias” e as escolas não abrirão na quarta-feira. “Essa tempestade foi devastadora, talvez uma das piores que já vivemos”, afirmou.
Sandy deixou ao menos 10 mortos apenas em Nova York – mais de 30 em toda a costa leste -, além de cortes de energia que ainda atingem pelo menos 750 mil moradores da cidade. Osistema de transporte público está fechado desde domingo e Bloomberg disse esperar que alguns ônibus possam voltar a circular ainda nesta terça-feira. Uma retomada completa do serviço, porém, está sendo estudada para quarta-feira.
De acordo com Bloomberg, mais de 6,1 mil pessoas estão em 76 abrigos. O incêndio que destruiu mais de 80 casas durante a noite em Breezy Point, no Queens, foi controlado. “Parecia um incêndio florestal no meio-oeste”, comparou o prefeito, dizendo que outros 23 grandes focos de fogo foram registrados na cidade.  Por causa da passagem de Sandy, o presidente dos EUA, Barack Obama, declarou zona de desastre nas regiões de Nova York e Nova Jersey. A medida permite que governos e comunidades locais solicitem com urgência recursos do governo federal para enfrentar as consequências da tempestade. No momento, o centro de Sandy se aproxima da Filadélfia.

De acordo com comunicado da Casa Branca, fundos federais estão disponíveis para os condados do Bronx, Kings, Nassau, Nova York, Richmond, Suffolk e Queens, todos na região de Nova York. Em Nova Jersey, a medida se refere aos condados de Atlantic, Cape May, Essex, Hudson, Middlesex, Monmouth, Ocean e Union.
A supertempestade Sandy chegou aos EUA na noite de segunda-feira com ventos de 130 km/h, tocando o solo em Nova Jersey, causando inundações e cortes de energia na região de Nova York. Sandy perdeu o status de furacão pouco antes de tocar a terra, mas a distinção é meramente técnica, definida com base na forma e na temperatura interna da tempestade.
Veja a trajetória de Sandy:
A Bolsa de Nova York permaneceu fechada nesta terça-feira, na primeira vez em que o fechamento aconteceu por dois dias consecutivos desde 1888, quando uma nevasca atingiu a cidade. As autoridades afirmam, no entanto, que o principal centro financeiro do país deve reabrir na quarta-feira. O nível do mar chegou a 4 metros em Manhattan, inundando o distrito financeiro e os túneis do metrô.
Os dois maiores aeroportos de Nova York estão fechados desde domingo e mais de 12 mil voos foram cancelados . Segundo o governador do estado, Andrew Cuomo, o aeroporto de La Guardia deve permanecer fechado nesta quarta-feira. Já o aeroporto JFK “provavelmente abrirá a partir de amanhã (quarta)”, disse Cuomo.
Mais de 200 pacientes – incluindo 30 recém-nascidos que estavam na UTI – tiveram de ser transferidos do Hospital da Universidade de Tisch em Nova York após a energia cair e o gerador falhar. Os pacientes, muitos usando respiradores que funcionavam a bateria, foram levados a outros hospitais.
A usina nuclear mais antiga dos EUA, Oyster Creek, em Nova Jersey, entrou em estado de alerta por causa da tempestade. A instalação estava fechada desde 22 de outubro por causa de uma troca de combustível programada com antecendência, mas o aumento das águas na instalação, que fica perto da Baía de Barnegar, levou as autoridades a declarar “evento incomum” por volta das 19h de segunda-feira (horário local). Cerca de duas horas depois, a situação foi elevada para “alerta”, o segundo nível mais baixo no sistema de avisos, que tem quatro níveis.
Até agora, porém, não há nenhuma ameaça à saúde pública ou à segurança. A agência afirmou que a expectativa é que a água recue em questão de horas na usina, que foi inaugurada em 1969 e deve fechar em 2019.
 Em meio a todas essas destruições a Imagem de Nossa Senhora das Graças fica de pé intacta. Coisas que somente a fé pode explicar.